Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Esculturas na areia!

por Luzia Pinheiro, em 31.03.09

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:34

Lembram-se de cada uma...

por Luzia Pinheiro, em 31.03.09

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:32

Uma imagem vale mais que mil palavras

por Luzia Pinheiro, em 29.03.09

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 02:25

Te pertenço

por Luzia Pinheiro, em 29.03.09

Blogando por aí encontrei um post lindo:

 

 

Te pertenço além do tempo, além dos sonhos, e muito além do real…
Sou tua…não importa aonde estou, aonde vou, ou mesmo se vou…
Somos verdadeiros amantes de alma,
Nada existe… Nada importa… Somente nossos momentos…
Sou sua pelo que sinto por você…
Sou sua porque me vejo no seu olhar…
Sou sua pelo prazer que sinto quando estou com você…
Sou menina e mulher… Sou sonho e realidade… Sou tristeza e alegria…Sou tímida e extrapolada, delicada e atrevida…
Sou igual a tantas outras, perfeita e imperfeita,
Mas quando me toca, me beija, me deseja,
Quando suas mãos modelam meu corpo com maestria
Nesse instante, me transformo, largo os escudos, deixo minha essência brotar
Não preciso mais ser definida como uma ou outra, sou apenas eu…
E você é o único capaz de me ver assim, totalmente nua, de alma transparente…
Só você meu amor, meu homem, meu amigo, meu tudo…
Dizer que te admiro e gosto de você é muito pouco,
Nosso amor já está escrito no infinito

 

 

Retirado de : http://blog.gruponogues.com.br/

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 02:18

Casamento... 1 ano e 40 anos depois...

por Luzia Pinheiro, em 24.03.09

1 ano de casamento.....

 

 

http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://videos.sapo.pt/

 

 

E depois..... após 40 anos de casamento.....

 

 

http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://videos.sapo.pt/

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 15:58

CURIOSIDADES

por Luzia Pinheiro, em 18.03.09

1. quando você espirra, o ar sai do seu nariz a uma média de 160 KM/h.
2. Um cílio dura de noventa a 150
dias e depois cai. Cada olho tem em torno de duzentos cílios.
3. As
unhas crescem um centímetro a cada 28 dias. O crescimento é mais rápido na mão direita. As unhas das mãos crescem aproximadamente quatrovezes mais rápidos do que as unhas dos pés.
4. Um adulto elimina três litros de água todos os dias, por
meio da urina, do suor e da respiração.
5. Cada soluço dura até menos do que um segundo. Os soluços ocorrem a uma frequência normal e regular de 5 a 25 vezes por minuto. Mas o LIVRO DOS RECORDES registra uma crise de soluço que durou 57 anos.
6. O intestino delgado mede de
seis a nove metros de comprimento. O intestino grosso tem um metro e meio mas é três vezes mais largo.
7. Cada sílaba que o homem pronuncia põe em movimento 72 músculos do
corpo. Para sorris, ele usa catorze músculos. Para beijar, 29.
8. A coluna vertebral tem 33 vértebras.
9. Os dois pulmões têm 300 milhões de alvéolos, responsáveis pelas trocas gasosas. Se pudessem ser espalhados pelo chão, eles cobririam uma quadra de tênis.
10. O nariz pode perceber até 6850 cheiros diferentes.
11. Freqüência média de respiração de uma pessoa sentada: catorze a dezoito vezes por minuto.
12. O horário de maior freqüência de ataques cardíacos é das seis da manhã ao meio dia.
13. Um ser humano inspira seis litros de ar por minuto. Isso é suficiente para encher, em média, três bexigas.
14. Um alimento engolido leva de quatro a oito segundos para chegar ao estômago, onde pode permanecer até quatro horas.
15. A água constitui 70% do corpo humano. Ela é responsável pelametade do peso do corpo. Dentro dele, a água transporta alimentos, resíduos e sais minerais, lubrifica tecidos e articulações, conduz glicose e oxigênio para o interior das células, e regula a temperatura.
16. As impressões digitais formam-se de seis a oito semanas antes do nascimento. Elas nunca são iguais.
17. A temperatura do corpo não permanece ao redor de 37 graus o dia todo. Ela sobe até cerca de 37,2 graus por volta das cinco ou seis horas da tarde e cai gradativamente para 36 graus no meio da madrugada.
18. A capacidade média do estômago de um adulto normal é de dois litros de alimentos, mas esse órgão pode se contrair ou se dilatar, como uma sanfona, de acordo com a necessidade.
19. É necessária uma exposição de aproximadamente um décimo de segundo para que uma boa imagem se estabeleça na retina. Os filmes são exibidos a uma velocidade de 24 quadros por segundo, rápida demais para os seres humanos distinguirem uma imagem isolada.
As imagens se misturam umas às outras, dando a ilusão de movimento na tela.
20. As quatro zonas de sensibilidade da língua são:
AMARGO: Fundo;
AZEDO: Laterais do fundo;
SALGADO: DOCE: Frente.
22. As crianças têm mais capacidade de perceber sabores do que os adultos. Elas contam com um terço de células gustativas a mais.

 

 

 

http://pt.shvoong.com/humanities/h_history/1867203-outras-curiosidades/

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:17

Como adquirir auto confiança

por Luzia Pinheiro, em 17.03.09

"Cada um de nós tem o seu próprio poder. Desenvolver nossos
talentos e nossa potencialidade nos mostra a capacidade humana de superação"


A autoconfiança, ao contrário do que muitos pensam, não é ser maior
ou melhor do que as outras pessoas. Não tem nada a ver com arrogância
ou superioridade. É saber que cada um de nós tem um núcleo de força
interior que nos permite enfrentar situações difíceis e nos torna
aptos a viver. Autoconfiança é tomar posse de si mesmo,
independentemente de nossas qualidades ou defeitos. É tomar
consciência de nossa singularidade, de nossa individualidade, do
nosso querer, da nossa vida. A autoconfiança se desenvolve a partir
do nosso crescimento. Cada um de nós tem o seu próprio poder.
Desenvolver nossos talentos, nossa potencialidade, além de nos fazer
felizes, nos mostra a capacidade humana de superação. Do ponto de
vista cultural, fomos minados na nossa autoconfiança desde cedo. As
críticas constantes, a ênfase em nossos pontos fracos nos tornaram
pessoas frágeis, medrosas e tendentes à sensação de fracasso. Nós nos
sentimos de acordo com o que pensamos de nós mesmos. O diálogo
interno de autocensura, de muita exigência nos torna tímidos,
recuados diante da vida e propensos à tristeza quando o mundo não nos
atende da maneira que gostaríamos ou quando as dificuldades da vida
aparecem. Não são poucas as pessoas que falam mal de si próprias:
- Não vou dar conta, sou muito fraco, não tenho força de vontade,
tenho um gênio difícil, não consigo nada que quero.
A autoconfiança é como uma bateria para o carro. Quando está bem
carregada, o carro funciona bem. Quando está com pouca carga, o carro
engasga ou não funciona direito. De que maneira podemos carregar ou
descarregar a nossa bateria vital, nosso entusiasmo? Há alguns
mecanismos que corroem nossa autoconfiança. O primeiro deles é nossa
constante frustração. Idealizamos o mundo e as pessoas. Enchemos
nossa cabeça com um monte de "deverias" e nos irritamos quando as
pessoas, nós e as coisas não são como deveriam ser. A culpa constante
por nossos erros, a sensação de ofendidos, magoados, humilhados e
incompreendidos é a conseqüência do nosso perfeccionismo. Outro
mecanismo, conseqüência do primeiro, é a autopiedade. Quantas vezes
sentimos pena de nós mesmos. A autopiedade é o poder dos indefesos. É
um mecanismo que, além de culpar os outros, descarrega nossa força
vital e nos faz desanimados e, em grau mais intenso, deprimidos. A
postura da vítima, sempre se queixando do mundo, o pessimismo de quem
só vê o lado escuro dos fatos, para quem nada está bom, é
característica das pessoas que, ao se sentirem fracas, querem se
compensar apontando as falhas do mundo. Outro ladrão da autoconfiança
é a indecisão crônica. O medo de errar nos paralisa e nos impede de
arriscar. Muitos de nós temos apenas um critério de funcionamento: o
certo e o errado.
Estamos na vida para viver ou para não errar? O erro é a saída fora
de um padrão determinado. Nunca será possível passarmos nossa vida
sem cometer erros. Aprender com os erros é muito mais saudável do que
nos esforçarmos para jamais errar. O medo da crítica, querer agradar
sempre, a necessidade de aprovação nos oprime e nos leva à indecisão.
A comparação com as outras pessoas é outra forma de perdermos nossa
autoconfiança. Sempre haverá pessoas melhores e piores do que nós.
Não estamos no mundo para sermos mais ou menos do que alguém, mas
para sermos cada vez melhores do que somos. Desenvolver e cuidar da
nossa alegria, aceitar o fato de sermos únicos, perdoar-se
constantemente pelas falhas, ter um desejo genuíno de melhorar a cada
dia, aumentar a capacidade de se amar e amar os outros é o único
caminho de conexão com nosso poder interior, nossa autoconfiança.
Todos podemos desabrochar aquilo que somos.


Bibliografia
Como adquirir auto confiança por Antônio Roberto Soares - Psicólogo 2008
 

 

http://pt.shvoong.com/humanities/1786269-como-adquirir-auto-confian%C3%A7a/

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:11

Uma história

por Luzia Pinheiro, em 11.03.09

Dois homens, ambos gravemente doentes, estavam no mesmo quarto de hospital. Um deles podia sentar-se na sua cama durante uma hora, todas as tardes, para que os fluidos circulassem nos seus pulmões.

 A sua cama estava junto da única janela do quarto.
O outro homem tinha de ficar sempre deitado de costas.
Os homens conversavam horas a fio. Falavam das suas mulheres, famílias, das suas casas, dos seus empregos, dos seus aeromodelos, onde tinham passado as férias...
E todas as tardes, quando o homem da cama perto da janela se sentava,passava o tempo a descrever ao seu companheiro de quarto todas as coisas que conseguia ver do lado de fora da janela.
O homem da cama do lado começou a viver à espera desses períodos de uma hora, em que o seu mundo era alargado e animado por toda a actividade e cor do mundo do lado de fora da janela.
A janela dava para um parque com um lindo lago. Patos e cisnes, chapinhavam na água enquanto as crianças brincavam com os seus barquinhos. Jovens namorados caminhavam de braços dados por
entre as flores de todas as cores do arco-íris. Árvores velhas e enormes acariciavam a paisagem e uma tênue vista da silhueta da cidade podia ser vislumbrada no horizonte.
Enquanto o homem da cama perto da janela descrevia isto tudo com extraordinário pormenor, o homem no outro lado do quarto fechava os seus olhos e imaginava as pitorescas cenas.
Um dia, o homem perto da janela descreveu um desfile que ia apassar:
Embora o outro homem não conseguisse ouvir a banda, conseguia vê-la e ouvi-la na sua mente, enquanto o outro senhor a retratava através de palavras bastante descritivas.
Dias e semanas passaram. Uma manhã,a enfermeira chegou ao quarto trazendo água para os seus banhos, e encontrou o corpo sem vida, o homem perto da janela, que tinha falecido calmamente enquanto dormia.
Ela ficou muito triste e chamou os funcionários do hospital para que levassem o corpo.
Logo que lhe pareceu apropriado, o outro homem perguntou se podia ser colocado na cama perto da janela. A enfermeira disse logo que sim e fez a troca.
Depois de se certificar de que o homem estava bem instalado, a enfermeira  deixou o quarto.
Lentamente, e cheio de dores, o homem ergueu-se, apoiado no cotovelo, para contemplar o mundo lá fora. Fez um grande esforço e lentamente olhou para o lado de fora da janela que dava, afinal, para uma parede de tijolo!
O homem perguntou à enfermeira o que teria feito com que o seu falecido companheiro de quarto lhe tivesse descrito coisas tão maravilhosas do lado de fora da janela.
A enfermeira respondeu que o homem era cego e nem sequer conseguia ver a parede. Talvez quisesse apenas dar-lhe coragem... 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 15:39

A geração das "baratas"

por Luzia Pinheiro, em 05.03.09

A geração dos sobreviventes
 

A geração dos sobreviventes

<input ... >

Domingo passado, deparei-me, nas "Farpas" do JN, com uma interessante entrevista da jovem cineasta Raquel Freire. Interrogada pela jornalista Helena Teixeira da Silva se confirmava a ideia de uma frase sua «querem-nos precários, descartáveis e fáceis de despedir», como destino desta geração, Raquel Freire não só confirmou, mas acrescentou: "Essa frase define a forma como o sistema nos vê. Somos uma geração de sobreviventes, estamos a ganhar um lado de baratas, que é o bicho que sobrevive a tudo: ao terrorismo, à crise, à precariedade, ao desemprego, às doenças…".

 

Na verdade, a capacidade de mutantes que as gerações jovens estão a adquirir, ao contrário, da visão negra que sobre eles muitos adultos têm, merece ser valorizada como uma qualidade acrescida. Desprotegidas (aliás, como as baratas) revestem-se de uma carapaça capaz de resistir ao vento forte que sopra, sem deixá-las pousar onde quer que seja com alguma estabilidade. Mesmo com curso, não têm emprego à vista. E muitas vezes quando o encontram é normalmente desajustado no lugar e nas tarefas para que foram preparados. Porventura, ainda longe dessa situação, em idade escolar obrigatória, desencantam-se com as contradições da vida real e a aprendizagem a que estão submetidas. Contracenam com valores morais que as gerações que as geraram tentaram incutir-lhes. Com as sensações à flor da pele, escolhem a fruição de cada momento presente, talvez sempre como o último, pois não têm garantido qual será o próximo.

 

Marcados pelo forte individualismo da civilização em que estão inseridos, apoiam-se uns nos outros, em busca de uma solidariedade necessária à sobrevivência dos seus problemas. Agarrados às teclas do telemóvel, trocam incessantemente mensagens para "matar" a solidão que não toleram, e vêem, em primeiríssima mão, as séries ou filmes que, um dia, as televisões generalistas hão-de transmitir para as gerações ainda não digitais. Olham para os políticos sem perceber por que falam tanto, em longas sessões e comícios, e por que dizem tão mal uns dos outros. E sentem com ironia o hipócrita interesse que esses, nos seus discursos, tanto apregoam por garantir-lhes o "mundo de amanhã".

 

Obviamente, estes traços que descrevo são retratos imprecisos. Não configuram o universo de toda esta geração, mas apenas alguns dos seus dispersos segmentos. Aliás, o que me traz a estas reflexões não é o sentido de assumir uma qualquer posição moralista de manifestar o medo pelo futuro destas gerações. Pelo contrário, a partir da visão da jovem cineasta Raquel Freire, provocadora e dura nas suas afirmações e na análise fria que faz à forma como o sistema vê essas tais gerações, fico com uma saudável sensação, e contente por isso: Estes mutantes não amaldiçoam a vida. Têm a noção da encruzilhada em que estão metidos. Não ignoram a situação. Mas fazem questão de sobreviver a tudo. Ou seja: com efeito, há fragmentos destas gerações que saltam para o lado desviante de comportamentos A nossa sorte social é que a grande maioria não se vê como uma geração perdida. São frios. Mas pensam. Profundamente críticos do sistema em que estão envolvidos. Se resistirem a tudo, como esperam, hão-de ultrapassar este difícil ciclo da história das gerações para refundar o Mundo com outra ordem.

 

 

 

ver aqui:

 

http://jn.sapo.pt/Opiniao/default.aspx?opiniao=Paquete%20de%20Oliveira

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:30


Arquivo

  1. 2015
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2014
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2013
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2012
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2011
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2010
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2009
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2008
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2007
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2006
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D